Etherborn: onde o corpo sem voz busca a voz sem corpo

@lucca-cardoso

Mesmo que pareça relativamente simples, Etherborn tem um aspecto em comum com Neon Genesis Evangelion e o filme A Origem. Todos têm um pretexto relativamente simples, mas que acabam por se mostrar obras complexas e que requisitam um alto grau de atenção e correlação para se obter o mínimo de compreensão, provando ser um jogo com uma ideia muito bem elaborada e executada com maestria. A história conta a jornada de um corpo sem voz que, guiado por uma voz sem corpo, passa por vários obstáculos, para que então os dois possam se encontrar.

Desenvolvido pelo estúdio Altered Matter e lançado no último dia 18, o jogo traz uma nova proposta ao mundo já diversificado dos jogos indie, com uma narração espetacular e uma jogabilidade muito agradável apesar da história ser de compreensão difícil. Andando por cenários cheios de aberturas, o personagem pode mudar a posição da gravidade e subir nas paredes usando rampas, para explorar o ambiente de forma mais completa.

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